Pepê assume e AGR pode regular transporte e lixo

Pepê Collaço assume e AGR pode regular transporte e lixo.

O ex-prefeito Pepê Collaço assume hoje a superintendência da Agência Reguladora de Saneamento de Tubarão (AGR). O mandato é de quatro anos, sendo permitida uma recondução. Primeiramente, sua exoneração do cargo de assessor especial do prefeito foi realizada na terça-feira. Posteriormente, sua renúncia do mandato de vereador, do qual estava licenciado há alguns meses, deve ser oficializada na sessão de hoje da Câmara.

Pepê substitui, com efeito, Michel Szymanski, que encerrou seu segundo mandato ontem.

Felippe Luiz Collaço é advogado e tem 40 anos. Anteriormente foi eleito vereador em 1996, 2000 e 2004. Foi, ainda, presidente da Câmara em 2008 e prefeito interino por alguns dias.

Em 2008, foi eleito vice-prefeito e, além disso, acabou exercendo a função no segundo semestre de 2012, após o falecimento do titular, Manoel Bertoncini. Foi ainda candidato a prefeito no mesmo ano, não sendo eleito.

Voltou a se eleger vereador em 2016, assumindo a presidência do Poder Legislativo no primeiro biênio da legislatura. Concorreu, em 2018, a uma cadeira na Assembleia Legislativa. Ficou, porém, como o quarto suplente do PP.

Teve sua indicação para o cargo aprovada pela Câmara de Vereadores. Pepê assume e AGR pode regular transporte e lixo

AGR pode regular transporte e lixo

A AGR foi criada através da Lei Municipal 20/2008. Ela regula e fiscaliza a execução do contrato de implementação do saneamento básico na saúde. Na ocasião, o Município rompeu o contrato com a Casan e municipalizou o serviço, para posteriormente realizar uma licitação de concessão pública.

Uma das missões de Pepê é ampliar a atuação da agência para outros serviços que funcionam através de concessões a empresas privadas, como a coleta de lixo e o transporte coletivo. E outros que poderão vir a ser administrados desta forma, como a gestão da Arena Multiuso e a iluminação pública.

Por isso, Pepê assume e AGR pode regular transporte e lixo.

Essas mudanças precisariam ser implementadas através de lei municipal. Ou seja, dependeriam de aprovação da Câmara de Vereadores. O que, com toda a certeza, não deve ser nenhum problema para a gestão do Município.

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