Os desafios de uma campanha que será feita nas redes sociais

Há muitos anos escutamos que estamos prestes a viver a campanha mais baseada nas redes sociais, aquela em que finalmente esse será o principal canal de comunicação entre candidatos e eleitores. A influência deste tipo de material vem inegavelmente crescendo à medida que o horário eleitoral gratuito tradicional da TV vai perdendo força, por seu modelo restrito – exibido apenas em horários específicos, com extensão e formatos limitados pela legislação. O grande desafio talvez seja produzir algo que sensibilize um cidadão que dá a cada dia novos sinais de desinteresse pela participação no processo eleitoral. O que este eleitor menos quer é ser atingido por uma enxurrada de vídeos padronizados, bem produzidos e que contem as mesmas coisas que sempre são cotadas perto da hora de pedir votos. Não faltam ferramentas, como vídeos, textos e cards a serem exibidos no Facebook, no Instagram, no Whatsapp e em tantas outras plataformas. O desafio é se destacar e realmente dialogar com as pessoas – que têm, como nunca, a opção de ignorar o que for produzido.

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