O preparo de Moisés é o debate da reta final

O segundo turno em Santa Catarina começou com a campanha de Gelson Merisio (PSD) indo para cima de Comandante Moisés (PSL), contestando o fato de o bombeiro da reserva receber aposentadoria de R$ 26 mil desde os 48 anos de idade. Independentemente do que cada um ache desse fato, o fato é que não gerou o efeito esperado e a maior prova disso é que o argumento sumiu das peças publicitárias veiculadas no rádio e na TV logo após o valor ser comparado com o salário de Merisio como deputado. A etapa final demonstra um esforço de Merisio de virar o jogo alegando ter mais preparo que seu adversário, que disputa pela primeira vez um pleito eleitoral – além do fato de Moisés ter conseguido uma impressionante adesão do MDB, do PSDB e de setores historicamente ligados ao DEM, como o deputado estadual eleito Júlio Garcia e o ex-senador Jorge Bornhausen. Ambos estiveram em debate ontem na rádio Som Maior e as armas são claras. Moisés, por sua vez, defende representar o fim de velhos ciclos da política. As eleições no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, assim como em Santa Catarina, mostram que a população clama pela novidade a ponto até de eleger pessoas sem saber exatamente quem elas são.

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