Merisio quer promover união dos partidos pequenos

Defendendo sua pré-candidatura a governador, Gelson Merisio (PSD) mirou nos partidos pequenos e criou proximidade. Tem dito aos presidentes destas siglas justamente o que eles mais querem ouvir: que sua coligação lhes dará condições de eleger deputados. Os pequenos geralmente têm menos candidatos e, portanto, menos condições de garantir sozinhos os quocientes eleitorais.

Deu certo

Em 2014, por exemplo, houve uma coligação proporcional que reuniu PDT, PCdoB, Pros, PTB, PSDC e PV. Foram 47 candidatos que, unidos, elegeram Rodrigo Minotto (PDT) e César Valduga (PCdoB). A coligação formada por PPS, PSB, PTC, PHS, PSL, PTdoB, PRTB, PTN e SD lançou 65 nomes e elegeu Ricardo Guidi (então no PPS), Patrício Destro (PSB) e Cleiton Salvaro (PSB).

Eleito com menos votos

Além de ter garantido algumas cadeiras, os ajuntamentos de pequenos e médios partidos tiveram outra característica marcante em 2014: permitiram a eleição de candidatos com menos votos. Valduga conquistou 18.244 votos e Salvaro, 14.986. Na chapa do PSDB, por exemplo, Dóia Guglielmi passou dos 41 mil votos e ficou de fora.

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