Impugnação de Jorginho Mello é altamente improvável

Comenta-se na imprensa estadual que o candidato ao Senado Lucas Esmeraldino (PSL) faz as contas para tomar posse, após uma eventual impugnação da candidatura vitoriosa de Jorginho Mello (PR).

Vamos resumir de maneira simples: a acusação é de que o candidato a segundo suplente na chapa de Jorginho, o ex-prefeito de Imbituba Beto Martins, teria se filiado ao PSDB menos de seis meses antes do pleito – prazo mínimo estabelecido pela Lei Eleitoral para que se concorra a qualquer cargo eletivo.

Beto, vale registrar, tem longa trajetória no PSDB. Mas teve uma passagem pelo PP, quando considerou a possibilidade e desistiu de ser candidato a deputado estadual em 2014.

A alegação de Beto é de que teria se filiado ainda em janeiro deste ano, apresentando inclusive registros do ato na imprensa, e que a confusão se dá porque o partido demorou a inserir o registro no sistema da Justiça Eleitoral.

É evidente que Beto de fato se filiou ao partido no começo do ano. E a Justiça Eleitoral já deu demonstrações de que não pretende punir candidatos por falhas técnicas que sequer foram cometidas por eles próprios, mas sim pelas administrações partidárias. Até mesmo para privilegiar a vontade das urnas, que deu a vitória a Esperidião Amin (PP) e Jorginho Mello.

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