DMA se manifesta quanto a diplomas sem validade

Em entrevista coletiva concedida na tarde de ontem, o Grupo Educacional DMA manifestou-se, por meio do seu proprietário Douglas Martins Antunes, acerca das denúncias que vieram à tona, nos últimos dias, sobre a suposta emissão de diplomas falsos em cursos ministrados pela entidade. Em primeiro lugar, Douglas busca desvincular a situação da sua atuação política como vereador, o que evidentemente não é tarefa fácil. Vale ressaltar como funciona o Grupo DMA: ele firma contratos com faculdades credenciadas pelo Ministério da Educação (MEC) e realiza a captação de alunos, bem como viabiliza a infraestrutura local (espaço físico e contratação de funcionários, inclusive professores). O grupo garante que há um só curso cuja validade do certificado está em discussão: o de Educação Física, ofertado pelo Grupo Continental Educacional (GCE) – que, por sua vez, tem parceria com o Instituto Superior de Educação Elvira Dayrell (Iseed) para a emissão dos certificados. A responsabilidade desta emissão junto a alunos e à própria DMA seria do GCE e a ele caberia a responsabilidade principal. Há suspeitas de que o Iseed esteja se recusando a emiti-los por pendências financeiras do GCE, algo que o DMA não confirma e é objeto de investigação da Polícia Federal. Mesmo assim, é evidente que o DMA se torna responsável pelo desfecho da cobrança a partir do momento em que oferece o curso aos alunos locais, que em muitos casos sequer compreendem a teia de relações envolvida para que possam ter seus sonhados diplomas.

Medidas necessárias

O Grupo DMA garante que está tomando as medidas necessárias para a melhor solução do problema: ofereceu aos alunos prejudicados pela confusão a possibilidade de transferência para outras faculdades, para terminarem seus cursos em um ambiente mais seguro. O mesmo valendo para outros alunos de cursos oferecidos pelo GCE, mesmo em casos em que os certificados não são emitidos pelo Iseed, pois há parcerias com várias instituições.

Deixe uma resposta