Discussão sobre aumento do IPTU é nacional

Tubarão vive às voltas com uma discussão sobre o aumento do valor do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU). Não é uma exclusividade local. A crise econômica agravou a dependência financeira dos municípios e boa parte dos prefeitos empossados no ano passado procedeu uma espécie de revisão dos valores da Planta Genérica de Valores (PGV), já que a defasagem destes índices é muito comum justamente pelo impacto político negativo de efetuar essa revisão – o IPTU representa 1% deste valor venal de cada imóvel. No Rio de Janeiro, o Ministério Público acionou o prefeito Marcelo Crivella (foto) contestando os critérios para determinar o aumento, que teve grandes variações de bairro a bairro. Em Florianópolis o reajuste foi pelo índice da inflação (abaixo de 3%), mas a taxa de recolhimento de lixo mais que triplicou; em Criciúma, o índice também variou de caso a caso, mas o aumento acabou sendo suspenso pelo prefeito Clésio Salvaro. Em Tubarão, há uma característica única: o aumento foi linear, aplicando-se o mesmo índice a todos os imóveis, indistintamente – o que também é contestado, pois não houve uma reavaliação individual. O fato é que combater a defasagem da principal fonte de arrecadação

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