Cassação de vereadora de Criciúma reforça possibilidade de Lucas perder mandato de vereador

O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) cassou o mandato da vereadora de Criciúma Ângela Mello, por infidelidade partidária. Ângela foi candidata pelo PP, terminando o pleito na primeira suplência. Acabou migrando para o MDB e assumiu com a cassação de Daniel Freitas, que foi para o PSL – e acabou eleito deputado federal.

Ângela argumentou que havia trocado de partido, mas se mentido dentro da coligação – PP e MDB  concorreram na mesma aliança. Não adiantou. O segundo suplente, Zili, também não assume porque é do MDB e a Justiça entendeu que a cadeira pertence ao partido.

Edson Paiol (PP), terceiro suplente, tomará posse nos próximos dias. Ângela poderá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas fora da Câmara.

A cassação reforça o posicionamento da Justiça Eleitoral de fazer valer a fidelidade partidária, como já havia acontecido no caso de Daniel Freitas.

Lucas Esmeraldino foi eleito em Tubarão pelo PSDB e, assim como Daniel, resolveu embarcar no projeto do PSL. A diferença é que Lucas não foi eleito para o Senado. E deve estar próximo de ter seu mandato de vereador cassado.

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