Ana Campagnolo e o risco de eleger pessoas sem qualquer preparo para as funções

Ana Caroline Campagnolo (PSL) foi eleita deputada estadual no ano passado, beneficiada por uma onda que levou Jair Bolsonaro ao Planalto. Nos primeiros meses de mandato, ganhou notoriedade por adotar uma prática duvidosa: fazer um roteiro do lançamento de um livro de sua autoria com diárias pagas pela Assembleia Legislativa.

Em resumo: o dinheiro público paga a excursão da deputada, para que ela venda seus produtos. E exerça suas atividades comerciais.

A deputada reagiu ofendendo jornalistas. Estimulando seus seguidores a fazer o mesmo. Sua produção parlamentar no período é absolutamente desconhecida.

Quem poderia esperar algo diferente? O Estado descobriu, depois de sua posse, que Ana Caroline sempre foi uma radical de direita. Que usa de um conflito permanente para se manter em evidência política.

E que essa evidência política a faz vender livros.

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