Acerto do Centrão reabre negociações em SC

A definição de que o Centrão (bloco formado por PP, DEM, PR e PRB) apoiará a candidatura presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB) incendiou as articulações em Santa Catarina dos partidos que, em maior ou menor escala, compuseram os governos de Raimundo Colombo. A primeira hipótese, mais óbvia, é de que o PSDB abra mão da cabeça-de-chapa em nome de garantir o apoio destes partidos aqui no Estado a Alckmin. A tendência de candidaturas múltiplas estaria se esvaindo, migrando para a composição de dois blocos: um formado por PSD, PP e PSB, com Gelson Merisio a governador, Jorge Boeira (PP) a vice, Esperidião Amin (PP) e Raimundo Colombo ao Senado; e outro, por MDB, DEM, PSDB, PR e PPS, com Mauro Mariani (MDB) ao governo,  João Paulo Kleinubing (DEM) a vice, Jorginho Mello (PR) e Paulo Bauer (PSDB) ao Senado. O Centrão se despedaçaria (PP e PRB dificilmente estariam com Alckmin sem o apoio local tucano) e a união entre Amin e Kleinubing, a única que parecia sólida, estaria desfeita. Certo mesmo é que uma nova fase se iniciou e muitas cartadas ainda serão dadas.

Candidatos locais

As convenções deste final de semana devem homologar algumas candidaturas proporcionais da região. Edi da Farmácia será confirmado como candidato a deputado federal pelo PSB; Alexandre Lopes tem se apresentado como pré-candidato a deputado estadual pelo Solidariedade (SD); e Farinheira precisa convencer o PDT a aceitar sua candidatura a deputado federal pelo PDT – Manoel Dias pretende ser o único concorrente ao cargo.

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