A legenda eleitoral e a chance de cada candidato

Nesta reta final de campanha, todos os candidatos estão fazendo campanha e fazendo contas. O sistema de eleição proporcional privilegia a distribuição de vagas entre os partidos ou coligações e isso faz com que a votação mínima para conquistar a eleição seja diferente para cada um. Na disputa pela Assembleia Legislativa, por exemplo, Pepê Collaço disputa uma cadeira com candidatos do PP, do PSD e do PSC. Somados, estes partidos têm 13 deputados (nove do PSD e quatro do PP) e nove concorrem à reeleição. Volnei Weber (MDB) está numa aliança do seu partido com o PSDB, que conta com 14 cadeiras hoje (dez do MDB e quatro dos tucanos) e tem 11 candidatos à reeleição. Olavio Falchetti, por sua vez, concorre na chapa pura do PT, que tem cinco parlamentares e terá três deles buscando um novo mandato. Historicamente, a votação para entrar na relação de eleitos do PT é inferior à das demais siglas. Em 2014, Cleiton Salvaro (PSB) conquistou um mandato com pouco mais de 14 mil votos, enquanto muita gente que passou dos 30 mil ficou de fora, o que recomenda atenção a estas distribuições. Os demais candidatos a deputado estadual da região buscam cadeiras por siglas que não têm representação hoje.

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